domingo, 13 de abril de 2014

ADEQUAÇÃO CURRICULAR NOS CASOS DE AUTISMO

Olá, Amigos e Amigas!
Eu sei já faz tempo que não apareço! O mês de abril tem sido corrido! Mas o importante é que estou aqui!
Hoje minha proposta é discutir com Vocês propostas de Adequações para os casos de Autismo.
Falar em Autismo é algo muito difícil, pois o Autismo é um espectro muito diversificado de comportamentos e sintomas, portanto com diferentes quadros de potencialidades e dificuldades.
Todos os dias nos surpreendemos com avanços e conquistas de Meninos e Meninas Autistas.
Então não podemos pensar em receitas, mas sim em Acreditar nas Possibilidades Pedagógicas de  Ações que venham  nortear o Plano Educacional Individualizado de Alunos e Alunas Autistas.
Todos que acompanham meu trabalho sabem que acredito muito na utilização dos canais sensoriais mediando todas as atividades escolares. Sendo assim procuro oferecer em todas as atividades estímulos sensoriais, visando facilitar a compreensão e apropriação da informação pelo Aluno ou Aluna, nos espaços regulares de Ensino.
Tenho minhas restrições com a utilização de nomenclaturas do tipo: "Material de Alfabetização para Autistas", pois acredito que o que é bom para Alunos e Alunas Autistas, inseridos em salas regulares de Ensino, é maravilhoso para os Colegas neurotípicos.
Sendo assim, ninguém sai perdendo com uma proposta inclusiva de Educação.
Abaixo estão algumas fotos de atividades que foram criadas e pensadas para o trabalho de alfabetização de uma criança Autista que acompanhei durante o ano passado. Um Menino com quadro clássico de Autismo que no decorrer dos atendimentos apresentou grandes avanços na construção da Escrita e Leitura.
Infelizmente no ano passado não foi possível um trabalho conjunto com a Escola Regular, pois não houve confiança por parte da Escola que esse Menino, poderia realizar muito mais do que a Escola estava propondo em termos curriculares.
Mas cada ano é um ano, cada dia é um dia, cada profissional é um profissional. Confio na sensibilidade da nova Escola e dos novos Profissionais e principalmente confio na Família e nas potencialidades desse Aluno.
No mês dedicado a Conscientização do Autismo,quero contribuir para a desmistificação da Inclusão de Meninos e Meninas Autistas na Escola Regular, pois as dificuldades devem servir como parâmetros de revisitação e reconstrução da funcionalidade dos Planejamentos Pedagógicos direcionados para esses Alunos e Alunas.
Abraço e até a próxima postagem!!!















sábado, 8 de março de 2014

ATIVIDADES NA SALA DE APOIO E ACOMPANHAMENTO À INCLUSÃO (SAAI)...

Olá, Amigas e Amigos!
Continuo em minha meta de realizar uma postagem por semana em meu Blog! Até aqui estou conseguindo!
Hoje vou postar sobre os tipos de Atividades que podemos realizar no Atendimento Educacional Especializado (AEE), aqui em São Paulo conhecido como Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAI).
Conforme já postei anteriormente o primeiro passo no Atendimento na SAAI deve ser o Levantamento da História Vital da Criança  (Anamnese) e a Avaliação Funcional para compreendermos em termos pedagógicos e funcionais as potencialidades e dificuldades de cada Aluno e Aluna.
Feito isso, precisamos iniciar a construção do Plano Educacional Individualizado (PEI), contemplando o Desenvolvimento da Aprendizagem desse Aluno ou Aluna. O Plano Educacional Individualizado está ligado a mediação do Professor de Apoio e Acompanhamento que atua no AEE, dentro das Habilidades Cognitivas (Motricidade, Linguagem, Raciocínio Lógico, Percepção, Aprendizagem, Socialização), sem esquecer do Apoio à Família, sugerindo encaminhamentos e parcerias com Equipe Multidisciplinar envolvendo outros Profissionais.
Outra função do PEI é apontar para os Colegas Professores da Sala Regular sugestões para a construção do Plano de Adequação Curricular de cada Área do Conhecimento, visando atender às Necessidades Educacionais Especiais de cada Aluno(a) com quadros de Deficiência, Transtorno Global de Desenvolvimento e Alta Habilidade.
Apesar do Plano de Adequação Curricular ser de responsabilidade do Professor da Sala Regular é imprescindível a colaboração do Professor de AEE, para que os demais Colegas entendam e aprendam a construir e desenvolver tais ações diferenciadas na Sala Regular vinculando-as a Aprendizagem desses Alunos(as). 
Muito bem! Explicações preliminares realizadas e quando o Aluno estiver em atendimento no AEE, o que fazer? O que o Professor de Acompanhamento quiser? Reforçar a Alfabetização? Ensinar as operações matemáticas? 
Existe um consenso ou um paradigma muito presente na Educação em relação a Construção da Escrita, Leitura e Operações Matemáticas, colocando essas Aprendizagens como essenciais na Escola. Não que não sejam importantes. São! Contudo não podemos e não devemos principalmente no tocante ao AEE, esquecermos de que essas Aprendizagens são construídas alicerçadas em outras Habilidades Cognitivas Básicas.
E é exatamente da Habilitação ou Reabilitação dessas Habilidades Cognitivas básicas que o Professor de Acompanhamento no AEE, vai centralizar sua mediação.
Simplificando, tudo é uma teia de conexões desde a Anamnese, Avaliação Funcional, PEI, Adequação Curricular, convergindo para a construção do Plano de Atendimento Educacional Especializado de cada Aluno(a).
O importante é a construção de uma linha de comunicação entre Professores da Sala Regular e do AEE, para que o Aluno(a), possa ser beneficiado com a atuação de Todos na Escola.
Portanto o Professor do AEE, pode e deve atender às Necessidades do Aluno em cada Habilidade Cognitiva, na medida em que o Colega da Sala Regular manifestar essa necessidade no desenvolvimento do Plano de Adequação Curricular.
Não quero em nenhum momento passar a ideia de que a atuação na Educação Inclusiva na Escola Regular seja fácil. Não é! Mas também não é impossível! Exige apenas parceria e determinação da Escola como um Todo!
Abaixo, deixo algumas sugestões de atividades que desenvolvi na Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAI), em que atuo aqui em SP. No caso estamos trabalhando as Habilidades Cognitivas de Motricidade, Linguagem, Raciocínio Lógico e Aprendizagem.
Todos os Alunos que aparecem estão no mesmo Grupo de Atendimento, apresentam mesma idade e mesmo quadro de Deficiência, no caso Deficiência Intelectual.
Um Grande Abraço e até a próxima postagem!
Professora Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal.






   



sábado, 1 de março de 2014

RECURSOS PARA CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA...

Olá Amigos e Amigas!
Enfim iniciarei as postagens neste espaço no ano de 2014!
Peço desculpas pela demora, pois o dia a dia tem sido tumultuado de compromissos. Mas sempre volto, para dividir uma experiência!
Hoje irei falar sobre uma das funções do Professor de Apoio e Acompanhamento à Inclusão, no serviço de Atendimento Educacional Especializado, que é a capacitação e troca de informações junto aos Colegas Professores da Sala Regular.
Confesso que é uma das funções mais desgastantes!
Por quê?
Bem, existem muitas dúvidas sobre o Processo de Inclusão de Alunos e Alunas com quadros de Deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e Altas Habilidades. Essas dúvidas podem ser encaminhadas em três vertentes: 
* Por quê Incluir?
* Para quê Incluir?
* Como Incluir?
A primeira questão ainda se sustenta no fato do questionamento do Direito da Inclusão. Muitos Professores, desconhecem o caminhar Histórico do processo de luta e conquista das Leis Inclusivas, fortalecendo-se do antigo discurso do " Eu não estou preparado para isso", como se Alguém fosse preparado para alguma situação até ter de vivenciá-la.
A segunda questão está alicerçada no velho fantasma social do Preconceito. Já presenciei e ouvi várias manifestações preconceituosas sutis como: " Eles não seriam melhor atendidos se estivessem Todos juntos, num mesmo lugar?"; " Mas enquanto estou dando atenção para esse Aluno ou Aluna de Inclusão, estou excluindo os Outros x Alunos que tenho no agrupamento!"; " A Inclusão foi jogada pelo Governo sem antes serem pensadas nas estruturas das Escolas!". Já ouvi tantas manifestações preconceituosas veladas pelo discurso pedagógico da falta de preparo e infra estrutura, que poderia ficar horas descrevendo vários exemplos. O fato é que somos Profissionais e Profissionais têm que se capacitar a cada nova situação que surgir. 
O que não ficou claro ainda para a Educação é que o termo Educação Inclusiva  pode estar vinculado aos Alunos com limitações físicas, sensoriais, cognitivas e comportamentais, mas o ato de Incluir através da Educação é para Todos!
A terceira questão é Aquela com a qual  me debruço com mais afinco, pois considero a mais ligada com a Práxis Pedagógica. O que fazer em termos pedagógicos com Alunos e Alunas que apresentam Necessidades Educacionais Especiais ligadas a Deficiência, tem sido o meu Objeto de Pesquisa e de Trabalho, durante esses últimos quinze anos de atuação nas Escolas , dos vinte e oito anos que tenho de Profissão na área da Pedagogia.
Mas como já sabemos o conhecimento e a pesquisa de nada valem se não são socializados e revertidos em prática. E para que isso aconteça nas Escolas Regulares, precisamos da amiga "Vontade Política", de realizar.
Num ambiente tão instável como a Escola, sujeito a tantos fatores externos e internos desequilibrantes, a função de "capacitar", "socializar", "estimular" os Colegas Professores frente aos desafios da revisitação da Prática Educativa, muitas vezes convergem em situações conflitantes.
O vídeo abaixo é singelo e pode servir para iniciarmos o diálogo com nossos Colegas Professores das Salas Regulares, sobre questões importantes acerca da Educação Inclusiva como: Plano Educacional Individualizado, Flexibilização Curricular, Material Adaptado, Avaliação na Concepção Inclusiva, etc.
Nesse mês iniciarei meus Encontros de Formação com vários Colegas que atuam nas Salas Regulares com Alunos que atendo na Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAI), no Atendimento Educacional Especializado (AEE), com esse vídeo. 
Espero que ao assistí-lo também possam pensar em novas Ações Pedagógicas dentro dos diferentes espaços pedagógicos em que atuam! Abraços!






domingo, 8 de dezembro de 2013

OS DESDOBRAMENTOS DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE), NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

Olá, Amigos e Amigas!
Demorei, mas voltei às nossas conversas sobre Educação Inclusiva. prometo que vou ser mais disciplinada e tentar, ser mais presente nas postagens. Esse final de ano está muito cansativo!
Mas, já fazia algum tempo que planejava construir um material sobre AEE, voltado a Educação Infantil.
Como já comentei anteriormente, os primeiros nove meses deste ano de 2013, estive em Sala Regular, desenvolvendo um trabalho na EMEI Noemia Ippolito, na qual sou lotada, com uma turma de Alunos do Infantil I (4anos). Como estava afastada da Sala Regular há alguns anos, pois sempre estive em função de Professora de Apoio e Atendimento à Inclusão, foi uma experiência prazerosa e desafiadora voltar a Sala Regular, com um grupo de uma faixa etária tão exigente no tocante a estimulação do Desenvolvimento Cognitivo.
Meu primeiro objetivo quando comecei a pesquisar e construir meu Plano de Ação Pedagógico, foi o de oferecer um ambiente rico em estimulação que atendesse às Necessidades Educacionais de todos os Alunos e Alunas. Sabia que o desafio era grande, pois a Sala Regular é numerosa e amplamente diferenciada em heranças culturais.
A minha turma, chamada na escola como Infantil I 5C, era um agrupamento novo, formado por crianças a completar ou completando quatro anos, num total de 29 alunos. 
Devido a minha experiência no AEE, queria implementar um trabalho de estimulação e habilitação das diferentes áreas cognitivas: motricidade, linguagem, percepção, raciocínio lógico, socialização, aprendizagem, e atividades de vida diária tão importante na construção da autonomia.
Tudo isso transversalizando as diferentes Linguagens norteadoras do trabalho na Educação Infantil: Movimento, Música, Artes Visuais, Linguagem Oral e Escrita, Natureza e Sociedade, Matemática.
Iniciei o trabalho pedagógico, estabelecendo uma rotina com objetos reais, para que logo que chegassem, pela manhã, poderíamos montar a rotina, criando um vínculo entre espaço e tempo, para realizarmos as atividades. Essa rotina sensorial, ajudou bastante, na coordenação das atividades propostas dentro e fora da sala, pois as crianças foram aos poucos construindo uma organização entre espaço e tempo, pois fazia parte da rotina, os dias da semana, com símbolos geométricos e cores diferentes.
Dessa forma fazíamos todos os dias a localização do dia, com os dedos das mãos, um Aluno ou Aluna, vinha até a rotina e com um prendedor de roupa, colocava em que dia estávamos, sendo que o sábado e o domingo, tinham como símbolos os desenhos de uma casa e de um prédio, pois sabiam que nesses dias não estariam na escola e sim em casa.
Foi assim, aos poucos conhecendo as crianças, observando suas potencialidades e dificuldades, que percebi que a melhor forma de intervenção naquele grupo, seria com a implementação de centros de interesses, nos quais, cada habilidade cognitiva pudesse ser trabalhada através de propostas lúdicas, num curto espaço de tempo, cerca de quinze minutos em cada cantinho sensorial.
Tudo isso, sob o eixo articulador da Literatura, pois todos os dias, nossa primeira atividade era a "Hora da Leitura", onde eu lia ou contava histórias dos livros da biblioteca da escola, escolhidos pelos Alunos em nossas visitas semanais.
Abaixo, selecionei algumas fotos das  atividades dos cantinhos sensoriais, os quais sempre procurei contemplar cada habilidade cognitiva: Percepção Auditiva e Visual, Motricidade, Linguagem, Raciocínio Lógico, Socialização e Aprendizagem.
As caixas sensoriais utilizadas nas atividades, são caixas de materiais da própria Prefeitura de SP, enviados aos Alunos. As crianças de minha turma ajudaram a pintar as caixas para depois utilizarmos nos cantinhos sensoriais.
No dia 02 de setembro último, fui designada para uma nova jornada no AEE, em uma Escola de Ensino Fundamental, deixando minha turma da Educação Infantil.
Adorei esses meses de trabalho com Eles, apesar de desgastantes, foram muito produtivos, aprendi bastante, revisitei minhas práticas e concepções pedagógicas, vivi dificuldades na sala regular, que irão pautar meu novo trabalho no AEE e consegui mais uma vez consolidar minha postura mediadora, dentro da concepção mágica da estimulação.
Grande Abraço!
Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal.

















sábado, 2 de novembro de 2013

AVALIAÇÃO FUNCIONAL E A CONSTRUÇÃO DO PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO NAS SALAS REGULARES DENTRO DA CONCEPÇÃO EDUCACIONAL INCLUSIVA.

O QUE É AVALIAR FUNCIONALMENTE?

Avaliar pressupõe respeito. Em Educação o termo avaliação sempre suscitou muitos embates. Desde a década de oitenta até hoje, muitos foram os autores que se atentaram ao tema.
Podemos pensar que dentre muitas convicções acerca do ato de avaliar, uma que ficou marcante no campo da Pedagogia foi o compromisso com o avaliar, enquanto fio condutor de práticas pedagógicas, que pudessem  enriquecer o processo de ensino e aprendizagem.

E na educação inclusiva ????

¢No capítulo V da Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 20/12/1996, “ Da Educação Especial”, no Art. 59, (...) “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação: (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)
¢I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades...”

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO- 2008/2011.


¢Pressupõe que a Escola esteja organizada e desenvolva Práticas Pedagógicas que atendam às diferenças.
¢A Educação Especial passa a fazer parte da Educação Regular, devendo estar inserida no Projeto Político Pedagógico da Escola.
¢O Currículo passa a ter uma caracterização flexível (compreensiva), no uso de auxílios pedagógicos ajustados às Necessidades Educacionais dos Alunos, ou seja, o foco pedagógico passa a ser no Aluno e não na Deficiência.

COMO AVALIAR FUNCIONALMENTE?


¢Pensando em situações pedagógicas, nas quais possamos identificar as potencialidades e dificuldades dos Alunos.
¢Elaborando materiais significativos para o Aluno(a).
¢Atividades que tenham comandas simples e claras.
¢Ressignificar o ato de avaliar, transformando as situações normalmente bidimensionais em tridimensionais.
Perceber o Aluno(a) como um ser único e inteiro.

CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO FUNCIONAL.


¢Ser individualizada.
¢Realizada em etapas.
¢Focar nas seguintes Habilidades Cognitivas:
¢Motricidade;
¢Percepção;
¢Linguagem;
¢Socialização;
¢Raciocínio Lógico;
¢Aprendizagem;
¢História vital ( Família);
¢Habilidades Adaptativas.

Exemplos de materiais utilizados:


¢Caixas sensoriais;
¢Jogos de encaixe;
¢Bandinha;
¢Massa de modelar;
¢Blocos lógicos;
¢Jogos de percurso;
¢Bambolês;
¢Bolas de diferentes tamanhos;
¢Tintas;
¢Diversos tipos de materiais sensoriais: brinquedos, sucata, areia, argila, filmes, músicas...

Exemplos de materiais sensoriais


¢Bola sensorial de grãos de soja.



Blocos de madeira


Pipa ( raciocínio lógico)






































PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO


¢Plano construído para cada Aluno(a) que apresentar alguma Necessidade Educacional Especial, acompanhado de quadro de limitação Cognitiva, Sensorial, Física, Múltipla e Transtornos do Desenvolvimento.
¢O Plano Educacional Individualizado(PEI) é um dos níveis de Adequação Curricular, chamado de Adequação Curricular Individual.
¢O PEI pretende ajustar o currículo norteando a organização do trabalho escolar atendendo às Necessidades Educacionais Especiais (NEE) de cada Aluno(a).


MODELO DE PLANO DE ADEQUAÇÃO CURRICULAR INDIVIDUAL.


¢Dados Pessoais e Familiares do Aluno(a).
¢Histórico Escolar do Aluno(a).
¢Desenvolvimento do Aluno: Aspectos Pedagógicos.
¢Estilos de Aprendizagem: Motivação para Aprender.
¢Referente Curricular e Foco Avaliativo por área de conhecimento.
¢Modalidades de Apoio.
¢Critérios de Avaliação.
¢Relatório Anual de Acompanhamento Pedagógico.


BIBLIOGRAFIA :

¢Anotações de aula expositiva do Curso de Especialização em Deficiência Intelectual. UNESP. Professora Rosimar Bortolini Poker. 2010.
¢PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL: Avaliação e ação pedagógica na sala de recursos multifuncionais-Rosimar Bortolini Poker.
¢Anna Augusta Sampaio de Oliveira (colaboradora)
¢Sandra Eli Sartoreto de Oliveira Martins (colaboradora).
¢BRASIL. Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,
¢LDB 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
¢BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional
¢de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP,
¢2008.
¢BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Decreto Nº6.571, de 17 de Setembro de 2008.