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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

CURSO DE CAPACITAÇÃO

Olá, Amigos e Amigas!
Estou divulgando um curso que irei ministrar em Guarulhos!
Conto com a presença e a divulgação de Todos que acreditam na importância deste trabalho na Escola Regular!
A INCEDI instituto de capacitação em educação inclusiva, lança novo curso CONFECÇÃO DE MATERIAIS DE ACESSIBILIDADE CURRICULAR.
Nesse curso você aprenderá fazer materiais adaptados para pessoa com deficiência. 
Com certificado. 
Faça já sua inscrição, PREÇO PROMOCIONAL!! 
Inscrição : incedicursos@Outlook.com






domingo, 2 de novembro de 2014

RECURSOS DE ACESSIBILIDADE CURRICULAR UTILIZADOS NA ESCOLA REGULAR.

Olá, Amigos e Amigas!
Desculpem a demora nas postagens, mas minha rotina mudou bastante nos últimos meses.
Hoje irei compartilhar com Vocês, alguns recursos de acessibilidade curricular que tenho acompanhado em minhas visitas as Unidades Escolares, aqui no Município de São Paulo.
São materiais feitos por Professores que atuam nas salas regulares e que aceitaram o desafio da Educação Inclusiva, não só para os casos de Deficiência, mas para Todos os Alunos. Afinal o caráter Inclusivo da Educação, deve abranger à Todos os Alunos.
As primeiras fotos são jogos construídos por uma Professora da Rede Municipal. Ela costura esses jogos num tamanho maior que o normalmente encontrado nas lojas, para atender às Necessidades Específicas dos Alunos que necessitam de maior estimulo sensorial, no Ensino Fundamental. Adorei o capricho e a dedicação da Profissional.






Agora gostaria de socializar com Vocês o trabalho de um Professor de Educação Física que também atua em Escolas Regulares e ressignificou sua Prática Pedagógica, para o atendimento dos Alunos com Deficiência.
Gostei bastante de suas propostas de intervenção nas aulas, pois utiliza recursos de Tecnologia Assistiva de baixo custo, construindo jogos de estimulação que atuam  nas diferentes Habilidades Cognitivas: Motricidade, Percepção, Raciocínio Lógico, Socialização e Aprendizagem.
Meu objetivo com essa postagem é incentivar os Colegas Professores das diferentes Escolas espalhadas pelo Brasil afora a exercitarem sua criatividade, tornando a Educação Inclusiva uma realidade não tão utópica, como alguns imaginam.
A cada dia que passa, nos convencemos de que o conceito de Atendimento Educacional Especializado, tende a ultrapassar o ambiente das Salas de Recursos Multifuncionais, ou Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão, como são chamadas aqui em SP, para os espaços das Salas Regulares, pois só assim transformaremos o caráter meritocrático de nossas Escolas em espaços realmente Inclusivos, criando novas rotas de Aprendizagem e Desenvolvimento para Todos.
Grande Abraço!
Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal.























quarta-feira, 23 de julho de 2014

CURSO SOBRE PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO

Olá, Amigos e Amigas!
Hoje venho convidar Todos que têm interesse em aprender um pouco mais sobre Práticas Inclusivas de Educação, a participar de um Curso que organizei pensando em todas as dúvidas que cercam o Processo de Inclusão do Aluno com Necessidades Específicas na Escola Regular.
Estou iniciando essa turma em SP, mas terei imenso prazer em compartilhar o conteúdo do curso e minha experiência com os Amigos e Amigas de outros lugares.
Toda a programação do Curso está descrita abaixo, inclusive com os nomes dos Profissionais que convidei para participar de alguns módulos.
Conto com a presença e divulgação de Vocês!
Grande Abraço! 
Elaine.

A Construção do Plano Educacional Individualizado (PEI), no Atendimento às Necessidades Educacionais Especiais (NEE), da Escola Regular.


Público alvo
Professores, pedagogos, psicólogos, profissionais e acadêmicos da educação e interessados em geral.

Local do Curso

Impacta Treinamentos
Avenida Paulista, 1009 - Bela Vista. São Paulo – SP (metrô Trianon - MASP)


Carga Horária Certificada
200 horas

Vagas:
40
Investimento
Taxa de matrícula: R$85,00 à vista
Curso: R$ 750,00 parcelado em até 7 x sem juros.
À vista 10% de desconto.
* Ex alunos de Cursos presenciais Atena Cursos ganham desconto de 10% .

Instruções de Matrícula:
Para efetuar a matrícula clique em ficha e preencha o formulário, após clique em taxa para gerar o boleto e efetuar o pagamento da Taxa de Matrícula*!
  * ATENÇÃO: curso com vagas limitadas, pague a taxa de matrícula e garanta a sua!

Carga horária do Curso
200 horas

Funcionamento do Curso:
O Curso é composto por momentos presenciais (2 x por mês, aos sábados) e; intercalado a essas aulas presenciais, os professores do Curso farão indicações de leitura – que serão feitas nos dias onde não haverá encontros presenciais - que completarão a carga horária proposta (200 horas).

Dias e horários das aulas
Dois sábados por mês.
Das 08:00 as 12:00 e das 14:00 as 18:00 horas.
Durante 09 meses (de agosto até abril)

Datas
16/08/2014
06/09/2014
 20/09/2014
04/10/2014
25/10/2014
22/11/2014
06/12/2014
07/03/2015
21/03/2015
11/04/2015
25/04/2015


Conteúdo programático
MÓDULO I - MARCOS POLÍTICOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA.
Constituição; Lei 7853; Estatuto da Criança e do Adolescente.
Declaração Mundial de Educação para Todos; Declaração de Salamanca; LDB.
Plano Nacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva; Decreto Atendimento Educacional Especializado (AEE)
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência; Diretrizes Operacionais para o AEE na Educação Básica.
O que é Inclusão? - Conceitos da Educação Inclusiva.
Caminhos da Inclusão no Brasil.

MÓDULO II - AVALIAÇÃO FUNCIONAL PEDAGÓGICA.
A importância da Aprendizagem Mediatizada na Escola Regular.
O que é Avaliar Funcionalmente na Escola Regular.
O Jogo enquanto Recurso Didático na Avaliação Funcional.
Critérios da Avaliação Funcional.
Conhecendo e Aplicando Conceitos Avaliativos através dos Jogos.
Dimensões da Avaliação Funcional nos casos de Necessidades Educacionais Especiais.

MÓDULO III - CONSTRUINDO MATERIAIS DE ADEQUAÇÃO CURRICULAR.
Conceituação da Adequação Curricular.
Conhecendo o Modelo de Plano de Adequação Curricular.
Oficina de Materiais Adaptados para Acessibilidade Curricular nos casos de Necessidades Educacionais Especiais na Educação Infantil, Fundamental I e II.
Oficina de Construção de Cadernos Sensoriais para Acessibilidade Curricular nos casos de Necessidades Educacionais Especiais na Educação Infantil, Fundamental I e II.
Critérios de Avaliação na Adequação Curricular.
A Escolarização e a Avaliação da Aprendizagem nos casos de Necessidades Educacionais Especiais; Terminalidade Específica.
Analisando Referenciais sobre Avaliação de Aprendizagem nos casos de Necessidades Educacionais Especiais.

MÓDULO IV - PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO.
Conceituação do Plano Educacional Individualizado.
Acompanhamento da Trajetória Escolar, nos casos de Necessidades Educacionais Especiais.
As Atribuições da Equipe Gestora e Docente no Processo de Construção de uma Escola Inclusiva.
Propostas de Avaliação por Componente Curricular, nos casos de Necessidades Educacionais Especiais.
Construção de um Plano Educacional Individualizado.



Corpo docente

Profa. Esp. Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal
Pedagoga- FICS, Pós- Graduada em Dificuldades de Aprendizagem UGF; Deficiência Intelectual- UNESP; especializada em Atendimento Educacional Especializado- UFSM; Deficiência Múltipla e Surdocegueira- MACKENZIE; Tecnologias Assistivas-UFRGS.
 Atualmente é Professora Titular de Ensino Fundamental I e Educação Infantil, pela Prefeitura de São Paulo, exercendo a função de Professora de Atendimento e Apoio à Inclusão da EMEF. Rui Bloem, no bairro de Pirituba/ SP. Atuou durante dez anos, como Regente do Projeto de Apoio Pedagógico-SAP, da Prefeitura de São Paulo, no Atendimento de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais, com e sem limitações físicas ou sensoriais, Dificuldades e Distúrbios de Aprendizagem, em outras escolas de SP, EMEF. Pedro Américo e EMEF. Monteiro Lobato, EMEF. Cândido Portinari.

Humberto de Carvalho Leal
Psicólogo formado pela UNESP, campus de Assis, no inicio do ano de 2011.
Bacharel em Psicologia pela UNESP, campus de Assis, graduado no inicio do ano de 2010.
Experiência de quatro anos em elaboração e execução de oficinas pra crianças e adolescentes.
Responsável pela condução de oficinas criativas, que estimulam o raciocínio lógico e o pensamento estratégico por meio de jogos lúdicos.
Atuação dentro de uma escola pública da rede estadual de São Paulo, a EE “Salvador Ligabue”, em salas do Ensino Fundamental I.
Supervisão semanal realizada na Associação, com instrução teórica e capacitação prática.
Orientador profissional, que também atua complementando as atividades desenvolvidas no Instituto.
Intermediador das relações entre o local de trabalho do jovem aprendiz e o Instituto, resolvendo problemas internos e auxiliando na integração entre as duas esferas.

Valéria de Paula Soares
Curso: Licenciatura em Artes Visuais
Faculdade: UNIMES – Universidade Metropolitana de Santos
SPDM- Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina
Projeto Rede- Projeto de Inclusão Educacional e Social
Cargo: Auxiliar de Vida Escolar
Período: Janeiro/2011 - Atual.


Quer levar este Curso para sua cidade?

Envie email para: atendimento@atenacursos.com.br

quarta-feira, 18 de junho de 2014

A IMPORTÂNCIA DOS ENCONTROS FORMATIVOS ENTRE O PROFESSOR DE AEE E OS PROFESSORES DAS SALAS REGULARES, NA BUSCA DE CAMINHOS PEDAGÓGICOS ACESSÍVEIS NOS CASOS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

Bem Amigos e Amigas, desculpem minha ausência, mas estive bem atarefada nesses últimos meses. Não esqueci desse Espaço e guardei com muito carinho, tudo que gostei para socializar com os Amigos do Blog.
Então vamos lá compensar o tempo que estivemos distantes?
Quero hoje, partilhar com Vocês uma prática na Escola Regular, com a qual tenho obtido excelentes resultados pedagógicos.
Já falei aqui sobre a importância da sintonia entre o Professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e os demais Professores da Rede Regular de Ensino, enquanto ferramenta de construção de Ações Pedagógicas Inclusivas.
Muito bem, sei que esse papel de formador do Professor de AEE é para muitos Colegas que atuam nessa área um tanto quanto polêmico, pois em muitas Escolas, encontramos muita resistência, não só sobre o tema Educação Inclusiva, como também sobre o papel de mediação que o Profissional do Atendimento Especializado exerce ou não dentro das realidades pedagógicas diversas das Escolas nas quais esse Profissional está inserido.
Contudo não podemos esquecer que faz parte de nossa função dentro do AEE, diminuir as barreiras pedagógicas que dificultam e até impedem o desenvolvimento do Processo de Aprendizagem dos Alunos inseridos no AEE.
Sendo assim, precisamos pensar em estratégias que atendam não só  a Aprendizagem desses Alunos, como também a forma de Ensino em que estão sendo atendidos.
Da mesma forma que ao falarmos de Aprendizagem nos remetemos automaticamente ao Aluno, suas Potencialidades e Dificuldades, quando falamos em Ensino estamos diretamente ligados aos Professores desse Aluno.
Se as barreiras para o Aluno com Necessidades Educacionais Especiais (NEE) são inúmeras, não são poucas nem menos importantes as barreiras enfrentadas pelos Professores das Salas Regulares no tocante a implementação de Ações Pedagógicas Inclusivas no diversificado contexto da sala de aula.
Nesse sentido, torna-se imensamente importante o papel do Profissional de AEE, na mediação desses conflitos e dificuldades que vão desde questões pessoais acerca da Educação Inclusiva até aquelas mais distintas em cada área do conhecimento curricular.
Foi pensando nessas questões anteriormente citadas que no inicio deste ano letivo, mais uma vez preparei com carinho um material sobre Educação Inclusiva, para servir de fio condutor, nos Encontros Pedagógicos que tive e terei com os demais Colegas das Equipes Docente e Gestora na Escola onde atuo no AEE, como também naquelas outras Unidades Educacionais das quais atendo Alunos na SAAI ( Sala de Apoio e Atendimento à Inclusão).
É fato que nem tudo são flores, também tenho meus momentos difíceis e conflituosos. Mas avaliando os encontros, o diálogo, o vínculo de confiança estabelecido entre o meu trabalho e o trabalho dos outros Colegas, e principalmente os benefícios pedagógicos e humanos gerados para os Alunos e Alunas, através desse Projeto de Capacitação, me animaram o suficiente para compartilhar mais essa experiência, nesse Blog.
Espero que possam assim como eu, aproveitar esse material para afinarem suas relações dentro das Escolas onde atuam, afinal estamos todos lutando por uma Escola Inclusiva com Alunos e Alunas mais felizes com oportunidades individuais de Aprendizagem.
Grande Abraço! Elaine.

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
ENCONTROS JEIF 



CONSIDERAÇÕES LEGAIS
•ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO



•DECRETO 6571 DE 17/ 09/ 2008.
ARTIGO 1º : Considera-se AEE o conjunto de atividades , recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados e institucionalmente prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos Alunos no Ensino Regular.



APOIOS IMPORTANTES PARA UMA INCLUSÃO RESPONSÁVEL NAS SALAS REGULARES

•COMUNICAÇÃO



•Linguagem e Comunicação enquanto aspectos fundamentais para as interações sociais , aquisição de conceitos, aprendizagem e elaboração do pensamento.


A ALTERIDADE NA ESCOLA REGULAR POR MEIO DE COMUNICAÇÃO E LINGUAGEM ADEQUADAS:

•Tecnologia Assistiva.
•Comunicação Alternativa e Aumentativa.

TECNOLOGIA ASSISTIVA:
•“ Área do conhecimento , de característica interdisciplinar , que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade , relacionada a oportunidade e participação , de pessoas com Deficiência, mobilidade reduzida e incapacidades, visando sua autonomia, independência , qualidade de vida e inclusão social.” (CAT/SEDH 2009).


DENTRO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA (TA), TEMOS:
•Tecnologias Assistivas de alto custo (TAA):
•Software
•Dosvox
•Virtual Vision
•Máquina Perkins
•Acionadores
•Lupa eletrônica
•Computadores
*CCTV

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS DE BAIXO CUSTO
(TAB):

•Calendários
•Plano Inclinado em papelão
•Talheres adaptados
•Material Pedagógico Adaptado.


COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AUMENTATIVA
•O termo Comunicação Alternativa e Aumentativa é utilizado para definir outras formas de comunicação como o uso de gestos, língua de sinais, expressões faciais, uso de pranchas do alfabeto ou símbolos pictográficos, até o uso de sistemas sofisticados de computadores com voz sintetizada (GLENNENY, 1997).
COMUNICAÇÃO FORMAL CONVENCIONAL
•Língua de Sinais 
•Fala 
•Sistema Braille 
•Escrita 
•Alfabeto Manual 


COMUNICAÇÃO NÃO FORMAL
•Sistema de Calendário 
•Figuras 
•Desenhos 
•Objetos 
•Gestos Naturais 
•Expressão Corporal


APOIOS:
•Apoios para Orientação e Mobilidade 
•Apoios Sensoriais 
•Apoios Sociais 
•Apoios Emocionais 
•Apoios para Acesso e Participação ao Currículo Geral 
•Apoio de Pessoal 
•Apoios Culturais


APOIOS PARA ACESSO E PARTICIPAÇÃO NO CURRÍCULO GERAL:
•Educação Individualizada 
•Equipe Colaborativa 
•Avaliação Funcional 
•Apoios de Pessoal
*Apoios Culturais


EDUCAÇÃO INDIVIDUALIZADA:
•PEI (Programa Educacional Individualizado): 
•Currículos alinhados ao Currículo Regular , segundo o Projeto Político Pedagógico da Escola.


HABILIDADES ACADÊMICAS:
•De acordo com o ano escolar considerando: 
•Preferências 
•Ritmo 
•Capacidade 
•Estilo de Aprendizagem 
•Habilidades


CURRÍCULO IGUAL:
•Mesmos objetivos 
•Mesmas atividades 
•Mesmos ambientes com uso de apoios.


CURRÍCULO MULTINÍVEL:
•Permanece o conteúdo, podendo ser alteradas algumas atividades, ambientes e objetivos.


CURRÍCULO SOBREPOSTO OU FLEXIBILIZADO:
•Mantém o tema , porém com outros objetivos, outros ambientes, por meio de atividades diferenciadas.


EQUIPE COLABORATIVA:
•Grupos de Pessoas para visualizar o Ensino e o contexto nas principais áreas da Programação Educacional: 
•Avaliação 
•Planejamento 
•Desenvolvimento dos objetivos de Ensino do PEI
* Intervenção.


AVALIAÇÃO FUNCIONAL:
•Ambientes Naturais de Aprendizagem : 
•Percepção 
•Linguagem e Comunicação 
•Orientação e Mobilidade 
•Motora 
•Habilidades de Qualidade de Vida: 
•Autonomia 
•Relação Social 
•Vocacional 
•Lar 
•Habilidades Acadêmicas 
•Recreação

PARÂMETROS DE ENSINO:
•Canal Sensorial utilizado para a Aprendizagem da Criança: 
•Visual 
•Auditivo 
•Tátil 
•Motor

NECESSIDADES DO ALUNO(A) NA ESCOLA REGULAR:
•Linguagem e Comunicação 
•Desenvolvimento Motor 
•Desenvolvimento Cognitivo 
•Desenvolvimento Social e Emocional.

ADEQUAÇÃO CURRICULAR EXPLORANDO AS HABILIDADES SENSORIAIS:
















BIBLIOGRAFIA:
•Curso Alteridade e Educação- Mackenzie- Módulo VIII.
Blog: www.elaineaee.blogspot.com







domingo, 14 de julho de 2013

AVALIAÇÃO FUNCIONAL- O QUE É?

Olá! Em minha postagem anterior citei em meu texto a importância da aplicação de uma Avaliação Funcional, como ponto de partida, para toda e qualquer ação no Atendimento Educacional Especializado (AEE).
É comum pensarmos no termo Avaliação como algo que vai definir a capacidade de entendimento de uma Pessoa, sobre determinado assunto. Algo que Mede, Classifica e Pontua com um Valor simbólico ( número ou letras), o desempenho do Individuo.
Minha visão de Avaliação vai muito além disso: medir, classificar e pontuar. Assim como Hoffman, minha concepção de avaliação é: " respeitar primeiro, educar depois".
Uma atitude de respeito, em minha opinião é Conhecer o Aluno ou Aluna, o levantamento de dados sobre sua História Vital, é de grande importância, para a construção do trabalho de Apoio e Acompanhamento à Inclusão. Na Escola esse trabalho pode e deve ser feito pelo Professor Regente de AEE, aqui chamamos de PAAI ( Professor de Apoio e Acompanhamento à Inclusão).
Assim, o primeiro passo de uma Avaliação Funcional é a Anamnese, não só para colher dados, como também estreitar laços com a Família.
A segunda grande atitude de respeito é pensarmos em ações avaliativas que realmente atendam Àquele Aluno ou Aluna em suas Necessidades Educacionais Especiais (NEE), ou seja, temos que tentar construir modelos avaliativos que saiam da visão bidimensional escolar: papel e lápis.
Não que o papel e o lápis não sejam importantes e não possam ser usados. Podem e devem, mas não como instrumentos únicos, principalmente quando falamos em AEE.
Não adianta dar papel e lápis, para um Aluno ou Aluna que têm limitações motoras, pois suas dificuldades em realizar o contexto da atividade será bem maior, comprometendo assim a funcionalidade da avaliação.
Não adianta, aplicarmos sondagens de escrita e leitura, para Alunos que tenham alterações significativas na área da Linguagem, pois suas dificuldades na recepção dos comandos da atividade avaliativa, irá comprometer toda a interpretação da Avaliação.
Portanto, uma Avaliação Funcional, deve estar dentro das condições cognitivas do Aluno ou Aluna, a ser aplicada, necessitando ir muito além do papel e do lápis.
Hoje, só consigo pensar em Avaliação Funcional, numa concepção tridimensional, envolvendo atividades com materiais diversificados: massinha, tinta, pincel, brinquedos e brincadeiras, sucata, música e tudo que estiver ao alcance do Professor e for necessário ao envolvimento do Aluno.
Os fatores Tempo e Espaço, também precisam ser ressignificados na Avaliação Funcional. A sala de aula ou de AEE, pode em muitos casos não ser o ambiente mais propicio, para uma atividade avaliativa. Muitas vezes, temos de utilizar espaços maiores como a quadra, um salão, um jardim, a sala de informática, e demais espaços escolares.
Qualquer tema ou conteúdo pode ser gerador de uma Avaliação Funcional, vai depender do contexto em que será realizada. assim, uma Avaliação Funcional para uma Criança de Educação Infantil, terá um contexto mais lúdico que para uma Criança do Ensino Fundamental II.
As Habilidades que teremos que focar numa Avaliação Funcional são todas cognitivas:
* Linguagem
* Percepção
* Motricidade
* Raciocínio Lógico
* Socialização
* Atenção
* Concentração.
Para não me alongar e cansar os Leitores interessados, postarei alguns materiais significativos em uma Avaliação Funcional, os quais eu utilizo muito em minha prática educativa.
Na próxima postagem, escreverei sobre como avaliar cada uma dessas Habilidades, na Escola Regular, ou no AEE., 
Deixo um convite aos Leitores que quiserem deixar suas dúvidas ou sugestões em situações vivenciadas em Escolas Regulares,para que possamos discuti-las, no âmbito da Educação Inclusiva.
Abraço!
Professora Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal.