quarta-feira, 25 de junho de 2014

ADEQUAÇÕES CURRICULARES NA ÁREA DE HISTÓRIA

Olá, Amigos e Amigas!
Hoje vou postar alguns exemplos de atividades de Adequação Curricular na área de História.
Já falei bastante sobre Adequação Curricular e suas diversidades de aplicação na Escola Regular.
Durante a semana recebi algumas postagens de Colegas Professores solicitando alguns exemplos nesta área do conhecimento, por isso resolvi socializar algumas experiências positivas em minha prática.
Cabe ressaltar que se Você tem alguma dúvida sobre como construir as Atividades de Adequação Curricular, consulte as postagens anteriores, para maiores esclarecimentos.
Espero ter ajudado!
Abraço! Elaine.





































quarta-feira, 18 de junho de 2014

A IMPORTÂNCIA DOS ENCONTROS FORMATIVOS ENTRE O PROFESSOR DE AEE E OS PROFESSORES DAS SALAS REGULARES, NA BUSCA DE CAMINHOS PEDAGÓGICOS ACESSÍVEIS NOS CASOS DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

Bem Amigos e Amigas, desculpem minha ausência, mas estive bem atarefada nesses últimos meses. Não esqueci desse Espaço e guardei com muito carinho, tudo que gostei para socializar com os Amigos do Blog.
Então vamos lá compensar o tempo que estivemos distantes?
Quero hoje, partilhar com Vocês uma prática na Escola Regular, com a qual tenho obtido excelentes resultados pedagógicos.
Já falei aqui sobre a importância da sintonia entre o Professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e os demais Professores da Rede Regular de Ensino, enquanto ferramenta de construção de Ações Pedagógicas Inclusivas.
Muito bem, sei que esse papel de formador do Professor de AEE é para muitos Colegas que atuam nessa área um tanto quanto polêmico, pois em muitas Escolas, encontramos muita resistência, não só sobre o tema Educação Inclusiva, como também sobre o papel de mediação que o Profissional do Atendimento Especializado exerce ou não dentro das realidades pedagógicas diversas das Escolas nas quais esse Profissional está inserido.
Contudo não podemos esquecer que faz parte de nossa função dentro do AEE, diminuir as barreiras pedagógicas que dificultam e até impedem o desenvolvimento do Processo de Aprendizagem dos Alunos inseridos no AEE.
Sendo assim, precisamos pensar em estratégias que atendam não só  a Aprendizagem desses Alunos, como também a forma de Ensino em que estão sendo atendidos.
Da mesma forma que ao falarmos de Aprendizagem nos remetemos automaticamente ao Aluno, suas Potencialidades e Dificuldades, quando falamos em Ensino estamos diretamente ligados aos Professores desse Aluno.
Se as barreiras para o Aluno com Necessidades Educacionais Especiais (NEE) são inúmeras, não são poucas nem menos importantes as barreiras enfrentadas pelos Professores das Salas Regulares no tocante a implementação de Ações Pedagógicas Inclusivas no diversificado contexto da sala de aula.
Nesse sentido, torna-se imensamente importante o papel do Profissional de AEE, na mediação desses conflitos e dificuldades que vão desde questões pessoais acerca da Educação Inclusiva até aquelas mais distintas em cada área do conhecimento curricular.
Foi pensando nessas questões anteriormente citadas que no inicio deste ano letivo, mais uma vez preparei com carinho um material sobre Educação Inclusiva, para servir de fio condutor, nos Encontros Pedagógicos que tive e terei com os demais Colegas das Equipes Docente e Gestora na Escola onde atuo no AEE, como também naquelas outras Unidades Educacionais das quais atendo Alunos na SAAI ( Sala de Apoio e Atendimento à Inclusão).
É fato que nem tudo são flores, também tenho meus momentos difíceis e conflituosos. Mas avaliando os encontros, o diálogo, o vínculo de confiança estabelecido entre o meu trabalho e o trabalho dos outros Colegas, e principalmente os benefícios pedagógicos e humanos gerados para os Alunos e Alunas, através desse Projeto de Capacitação, me animaram o suficiente para compartilhar mais essa experiência, nesse Blog.
Espero que possam assim como eu, aproveitar esse material para afinarem suas relações dentro das Escolas onde atuam, afinal estamos todos lutando por uma Escola Inclusiva com Alunos e Alunas mais felizes com oportunidades individuais de Aprendizagem.
Grande Abraço! Elaine.

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
ENCONTROS JEIF 



CONSIDERAÇÕES LEGAIS
•ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO



•DECRETO 6571 DE 17/ 09/ 2008.
ARTIGO 1º : Considera-se AEE o conjunto de atividades , recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados e institucionalmente prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos Alunos no Ensino Regular.



APOIOS IMPORTANTES PARA UMA INCLUSÃO RESPONSÁVEL NAS SALAS REGULARES

•COMUNICAÇÃO



•Linguagem e Comunicação enquanto aspectos fundamentais para as interações sociais , aquisição de conceitos, aprendizagem e elaboração do pensamento.


A ALTERIDADE NA ESCOLA REGULAR POR MEIO DE COMUNICAÇÃO E LINGUAGEM ADEQUADAS:

•Tecnologia Assistiva.
•Comunicação Alternativa e Aumentativa.

TECNOLOGIA ASSISTIVA:
•“ Área do conhecimento , de característica interdisciplinar , que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade , relacionada a oportunidade e participação , de pessoas com Deficiência, mobilidade reduzida e incapacidades, visando sua autonomia, independência , qualidade de vida e inclusão social.” (CAT/SEDH 2009).


DENTRO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA (TA), TEMOS:
•Tecnologias Assistivas de alto custo (TAA):
•Software
•Dosvox
•Virtual Vision
•Máquina Perkins
•Acionadores
•Lupa eletrônica
•Computadores
*CCTV

TECNOLOGIAS ASSISTIVAS DE BAIXO CUSTO
(TAB):

•Calendários
•Plano Inclinado em papelão
•Talheres adaptados
•Material Pedagógico Adaptado.


COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AUMENTATIVA
•O termo Comunicação Alternativa e Aumentativa é utilizado para definir outras formas de comunicação como o uso de gestos, língua de sinais, expressões faciais, uso de pranchas do alfabeto ou símbolos pictográficos, até o uso de sistemas sofisticados de computadores com voz sintetizada (GLENNENY, 1997).
COMUNICAÇÃO FORMAL CONVENCIONAL
•Língua de Sinais 
•Fala 
•Sistema Braille 
•Escrita 
•Alfabeto Manual 


COMUNICAÇÃO NÃO FORMAL
•Sistema de Calendário 
•Figuras 
•Desenhos 
•Objetos 
•Gestos Naturais 
•Expressão Corporal


APOIOS:
•Apoios para Orientação e Mobilidade 
•Apoios Sensoriais 
•Apoios Sociais 
•Apoios Emocionais 
•Apoios para Acesso e Participação ao Currículo Geral 
•Apoio de Pessoal 
•Apoios Culturais


APOIOS PARA ACESSO E PARTICIPAÇÃO NO CURRÍCULO GERAL:
•Educação Individualizada 
•Equipe Colaborativa 
•Avaliação Funcional 
•Apoios de Pessoal
*Apoios Culturais


EDUCAÇÃO INDIVIDUALIZADA:
•PEI (Programa Educacional Individualizado): 
•Currículos alinhados ao Currículo Regular , segundo o Projeto Político Pedagógico da Escola.


HABILIDADES ACADÊMICAS:
•De acordo com o ano escolar considerando: 
•Preferências 
•Ritmo 
•Capacidade 
•Estilo de Aprendizagem 
•Habilidades


CURRÍCULO IGUAL:
•Mesmos objetivos 
•Mesmas atividades 
•Mesmos ambientes com uso de apoios.


CURRÍCULO MULTINÍVEL:
•Permanece o conteúdo, podendo ser alteradas algumas atividades, ambientes e objetivos.


CURRÍCULO SOBREPOSTO OU FLEXIBILIZADO:
•Mantém o tema , porém com outros objetivos, outros ambientes, por meio de atividades diferenciadas.


EQUIPE COLABORATIVA:
•Grupos de Pessoas para visualizar o Ensino e o contexto nas principais áreas da Programação Educacional: 
•Avaliação 
•Planejamento 
•Desenvolvimento dos objetivos de Ensino do PEI
* Intervenção.


AVALIAÇÃO FUNCIONAL:
•Ambientes Naturais de Aprendizagem : 
•Percepção 
•Linguagem e Comunicação 
•Orientação e Mobilidade 
•Motora 
•Habilidades de Qualidade de Vida: 
•Autonomia 
•Relação Social 
•Vocacional 
•Lar 
•Habilidades Acadêmicas 
•Recreação

PARÂMETROS DE ENSINO:
•Canal Sensorial utilizado para a Aprendizagem da Criança: 
•Visual 
•Auditivo 
•Tátil 
•Motor

NECESSIDADES DO ALUNO(A) NA ESCOLA REGULAR:
•Linguagem e Comunicação 
•Desenvolvimento Motor 
•Desenvolvimento Cognitivo 
•Desenvolvimento Social e Emocional.

ADEQUAÇÃO CURRICULAR EXPLORANDO AS HABILIDADES SENSORIAIS:
















BIBLIOGRAFIA:
•Curso Alteridade e Educação- Mackenzie- Módulo VIII.
Blog: www.elaineaee.blogspot.com







domingo, 13 de abril de 2014

ADEQUAÇÃO CURRICULAR NOS CASOS DE AUTISMO

Olá, Amigos e Amigas!
Eu sei já faz tempo que não apareço! O mês de abril tem sido corrido! Mas o importante é que estou aqui!
Hoje minha proposta é discutir com Vocês propostas de Adequações para os casos de Autismo.
Falar em Autismo é algo muito difícil, pois o Autismo é um espectro muito diversificado de comportamentos e sintomas, portanto com diferentes quadros de potencialidades e dificuldades.
Todos os dias nos surpreendemos com avanços e conquistas de Meninos e Meninas Autistas.
Então não podemos pensar em receitas, mas sim em Acreditar nas Possibilidades Pedagógicas de  Ações que venham  nortear o Plano Educacional Individualizado de Alunos e Alunas Autistas.
Todos que acompanham meu trabalho sabem que acredito muito na utilização dos canais sensoriais mediando todas as atividades escolares. Sendo assim procuro oferecer em todas as atividades estímulos sensoriais, visando facilitar a compreensão e apropriação da informação pelo Aluno ou Aluna, nos espaços regulares de Ensino.
Tenho minhas restrições com a utilização de nomenclaturas do tipo: "Material de Alfabetização para Autistas", pois acredito que o que é bom para Alunos e Alunas Autistas, inseridos em salas regulares de Ensino, é maravilhoso para os Colegas neurotípicos.
Sendo assim, ninguém sai perdendo com uma proposta inclusiva de Educação.
Abaixo estão algumas fotos de atividades que foram criadas e pensadas para o trabalho de alfabetização de uma criança Autista que acompanhei durante o ano passado. Um Menino com quadro clássico de Autismo que no decorrer dos atendimentos apresentou grandes avanços na construção da Escrita e Leitura.
Infelizmente no ano passado não foi possível um trabalho conjunto com a Escola Regular, pois não houve confiança por parte da Escola que esse Menino, poderia realizar muito mais do que a Escola estava propondo em termos curriculares.
Mas cada ano é um ano, cada dia é um dia, cada profissional é um profissional. Confio na sensibilidade da nova Escola e dos novos Profissionais e principalmente confio na Família e nas potencialidades desse Aluno.
No mês dedicado a Conscientização do Autismo,quero contribuir para a desmistificação da Inclusão de Meninos e Meninas Autistas na Escola Regular, pois as dificuldades devem servir como parâmetros de revisitação e reconstrução da funcionalidade dos Planejamentos Pedagógicos direcionados para esses Alunos e Alunas.
Abraço e até a próxima postagem!!!















sábado, 8 de março de 2014

ATIVIDADES NA SALA DE APOIO E ACOMPANHAMENTO À INCLUSÃO (SAAI)...

Olá, Amigas e Amigos!
Continuo em minha meta de realizar uma postagem por semana em meu Blog! Até aqui estou conseguindo!
Hoje vou postar sobre os tipos de Atividades que podemos realizar no Atendimento Educacional Especializado (AEE), aqui em São Paulo conhecido como Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAI).
Conforme já postei anteriormente o primeiro passo no Atendimento na SAAI deve ser o Levantamento da História Vital da Criança  (Anamnese) e a Avaliação Funcional para compreendermos em termos pedagógicos e funcionais as potencialidades e dificuldades de cada Aluno e Aluna.
Feito isso, precisamos iniciar a construção do Plano Educacional Individualizado (PEI), contemplando o Desenvolvimento da Aprendizagem desse Aluno ou Aluna. O Plano Educacional Individualizado está ligado a mediação do Professor de Apoio e Acompanhamento que atua no AEE, dentro das Habilidades Cognitivas (Motricidade, Linguagem, Raciocínio Lógico, Percepção, Aprendizagem, Socialização), sem esquecer do Apoio à Família, sugerindo encaminhamentos e parcerias com Equipe Multidisciplinar envolvendo outros Profissionais.
Outra função do PEI é apontar para os Colegas Professores da Sala Regular sugestões para a construção do Plano de Adequação Curricular de cada Área do Conhecimento, visando atender às Necessidades Educacionais Especiais de cada Aluno(a) com quadros de Deficiência, Transtorno Global de Desenvolvimento e Alta Habilidade.
Apesar do Plano de Adequação Curricular ser de responsabilidade do Professor da Sala Regular é imprescindível a colaboração do Professor de AEE, para que os demais Colegas entendam e aprendam a construir e desenvolver tais ações diferenciadas na Sala Regular vinculando-as a Aprendizagem desses Alunos(as). 
Muito bem! Explicações preliminares realizadas e quando o Aluno estiver em atendimento no AEE, o que fazer? O que o Professor de Acompanhamento quiser? Reforçar a Alfabetização? Ensinar as operações matemáticas? 
Existe um consenso ou um paradigma muito presente na Educação em relação a Construção da Escrita, Leitura e Operações Matemáticas, colocando essas Aprendizagens como essenciais na Escola. Não que não sejam importantes. São! Contudo não podemos e não devemos principalmente no tocante ao AEE, esquecermos de que essas Aprendizagens são construídas alicerçadas em outras Habilidades Cognitivas Básicas.
E é exatamente da Habilitação ou Reabilitação dessas Habilidades Cognitivas básicas que o Professor de Acompanhamento no AEE, vai centralizar sua mediação.
Simplificando, tudo é uma teia de conexões desde a Anamnese, Avaliação Funcional, PEI, Adequação Curricular, convergindo para a construção do Plano de Atendimento Educacional Especializado de cada Aluno(a).
O importante é a construção de uma linha de comunicação entre Professores da Sala Regular e do AEE, para que o Aluno(a), possa ser beneficiado com a atuação de Todos na Escola.
Portanto o Professor do AEE, pode e deve atender às Necessidades do Aluno em cada Habilidade Cognitiva, na medida em que o Colega da Sala Regular manifestar essa necessidade no desenvolvimento do Plano de Adequação Curricular.
Não quero em nenhum momento passar a ideia de que a atuação na Educação Inclusiva na Escola Regular seja fácil. Não é! Mas também não é impossível! Exige apenas parceria e determinação da Escola como um Todo!
Abaixo, deixo algumas sugestões de atividades que desenvolvi na Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAI), em que atuo aqui em SP. No caso estamos trabalhando as Habilidades Cognitivas de Motricidade, Linguagem, Raciocínio Lógico e Aprendizagem.
Todos os Alunos que aparecem estão no mesmo Grupo de Atendimento, apresentam mesma idade e mesmo quadro de Deficiência, no caso Deficiência Intelectual.
Um Grande Abraço e até a próxima postagem!
Professora Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal.






   



sábado, 1 de março de 2014

RECURSOS PARA CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA...

Olá Amigos e Amigas!
Enfim iniciarei as postagens neste espaço no ano de 2014!
Peço desculpas pela demora, pois o dia a dia tem sido tumultuado de compromissos. Mas sempre volto, para dividir uma experiência!
Hoje irei falar sobre uma das funções do Professor de Apoio e Acompanhamento à Inclusão, no serviço de Atendimento Educacional Especializado, que é a capacitação e troca de informações junto aos Colegas Professores da Sala Regular.
Confesso que é uma das funções mais desgastantes!
Por quê?
Bem, existem muitas dúvidas sobre o Processo de Inclusão de Alunos e Alunas com quadros de Deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e Altas Habilidades. Essas dúvidas podem ser encaminhadas em três vertentes: 
* Por quê Incluir?
* Para quê Incluir?
* Como Incluir?
A primeira questão ainda se sustenta no fato do questionamento do Direito da Inclusão. Muitos Professores, desconhecem o caminhar Histórico do processo de luta e conquista das Leis Inclusivas, fortalecendo-se do antigo discurso do " Eu não estou preparado para isso", como se Alguém fosse preparado para alguma situação até ter de vivenciá-la.
A segunda questão está alicerçada no velho fantasma social do Preconceito. Já presenciei e ouvi várias manifestações preconceituosas sutis como: " Eles não seriam melhor atendidos se estivessem Todos juntos, num mesmo lugar?"; " Mas enquanto estou dando atenção para esse Aluno ou Aluna de Inclusão, estou excluindo os Outros x Alunos que tenho no agrupamento!"; " A Inclusão foi jogada pelo Governo sem antes serem pensadas nas estruturas das Escolas!". Já ouvi tantas manifestações preconceituosas veladas pelo discurso pedagógico da falta de preparo e infra estrutura, que poderia ficar horas descrevendo vários exemplos. O fato é que somos Profissionais e Profissionais têm que se capacitar a cada nova situação que surgir. 
O que não ficou claro ainda para a Educação é que o termo Educação Inclusiva  pode estar vinculado aos Alunos com limitações físicas, sensoriais, cognitivas e comportamentais, mas o ato de Incluir através da Educação é para Todos!
A terceira questão é Aquela com a qual  me debruço com mais afinco, pois considero a mais ligada com a Práxis Pedagógica. O que fazer em termos pedagógicos com Alunos e Alunas que apresentam Necessidades Educacionais Especiais ligadas a Deficiência, tem sido o meu Objeto de Pesquisa e de Trabalho, durante esses últimos quinze anos de atuação nas Escolas , dos vinte e oito anos que tenho de Profissão na área da Pedagogia.
Mas como já sabemos o conhecimento e a pesquisa de nada valem se não são socializados e revertidos em prática. E para que isso aconteça nas Escolas Regulares, precisamos da amiga "Vontade Política", de realizar.
Num ambiente tão instável como a Escola, sujeito a tantos fatores externos e internos desequilibrantes, a função de "capacitar", "socializar", "estimular" os Colegas Professores frente aos desafios da revisitação da Prática Educativa, muitas vezes convergem em situações conflitantes.
O vídeo abaixo é singelo e pode servir para iniciarmos o diálogo com nossos Colegas Professores das Salas Regulares, sobre questões importantes acerca da Educação Inclusiva como: Plano Educacional Individualizado, Flexibilização Curricular, Material Adaptado, Avaliação na Concepção Inclusiva, etc.
Nesse mês iniciarei meus Encontros de Formação com vários Colegas que atuam nas Salas Regulares com Alunos que atendo na Sala de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAI), no Atendimento Educacional Especializado (AEE), com esse vídeo. 
Espero que ao assistí-lo também possam pensar em novas Ações Pedagógicas dentro dos diferentes espaços pedagógicos em que atuam! Abraços!